acabou... e foi ao chão... todo amor... se existia algum...
não quero mais ficar rodeado dela... fazendo parecer
que tudo em mim pertencia a ela... e respirei!
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
beijos
de tantos beijos.... o teu.... e eu nem tive... e eu nem sei... nem sou... nem mesmo sei... Mas de tantos desejos... o teu é o que mais me fascina... me traí, me deixa de água na boca...
segunda-feira, 7 de maio de 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007
segunda-feira, 23 de abril de 2007
A fada e a noite

A fada afaga os favos e faz a fábula
De frio ligeiro e vento forte
E vinhos e vindas e o véu da tarde
E vinhos e vindas e o véu da tarde
Na boca o brilho e beijos
A valsa e o vulto na vida vã
De lábios e língua e laços
De santo e digno e próprio
Na noite, na noite, na noite
A brisa abranda os braços
De letra B. E os beijos
De desejo em desejo... desejo
A viagem até os olhos e a alma
A sede em saliva e suor
De pele e gosto e sonho
De pernas... e dedos... e dentes...
A valsa e o vulto na vida vã
De lábios e língua e laços
De santo e digno e próprio
Na noite, na noite, na noite
A brisa abranda os braços
De letra B. E os beijos
De desejo em desejo... desejo
A viagem até os olhos e a alma
A sede em saliva e suor
De pele e gosto e sonho
De pernas... e dedos... e dentes...
De tudo um pouco quero... e quero!
A Igreja dos Loucos
Ensaio feito em 2005 - ÉbanoFaz de mim um abrigo dos teus pecados
E acredite que estou na rua dos segredos
Pois quando eu for será quase noite
E o mar dos teus desejos é profundo e sombrio
E o mar dos teus desejos é profundo e sombrio
Diz do teu rosto lânguido e sereno
As pornografias dos teus fetiches
E faz poemas com as tuas madrugadas
Pois o amanhã vem tarde e diz “não”
Desliza teus lábios até o canto da minha boca
E faz música com esses gemidos
Pois quando eu for será quase noite
E o gosto do beijo é lascivo e quente
Então vem perto e vê que o amor é a igreja dos loucos
E o amanhã é uma música sem fim, que começa no “oi”
O Bicho de sete cabeças
texto para jornal FOCA LIVRE
21/09/2005
A violência em Ponta Grossa é um caso crônico. De acordo com os dados da polícia civil o número de homicídios nos nove meses deste ano já é equivalente a todo o ano de 2004. Outro fator que aponta para o medo causado pela violência na população é o aumento te instalações de cercas elétricas e sistema de TV em residências, que em um ano cresceu 100%. A cidade também registrou de janeiro a agosto 1504 arrombamentos aos domicílios, uma média de 7 por dia. Esse número já está próximo de alcançar o ano de 2004, que teve uma média diária de 9 arrombamentos. Nos últimos nove anos a violência teve um aumento de 175% considerando todas as ocorrências.
As autoridades buscam culpados e soluções por todos os cantos. O Município culpa o Governo Estadual, que procura investir no policiamento “ostensivo” e nas radiopatrulhas na periferia. Há também as patrulhas escolares, que revistam e humilham os estudantes na porta dos colégios públicos, como se esses fossem um dos focos da violência.
Olhando mais além, percebe-se que a Princesa dos Campos é acompanhada há muito tempo pela violência. Estupros, assaltos, roubos, homicídios, espancamentos e seqüestros já permeavam as páginas dos diários com tal intensidade nos anos anteriores, quanto agora. Contudo, a polêmica causada pelo estatuto do desarmamento, aprovado em dezembro de 2003 e que previa a convocação de um referendo para medir a opinião publica a respeito da proibição do comércio de armas, fez com que uma febre em torno do índice de violência nas cidades de médio e grande porte.
A violência, longe disso, não é um fator apenas causado pelo porte de armas pela população civil. A sociedade vive na insegurança porque o país passa por um problema que é estrutural e formado por diversos fatores, entre eles desigualdade social, desemprego, má distribuição de renda entre outras.
Em Ponta Grossa esses fatores são ainda mais acentuados. A cidade tem 22% da população vivendo abaixo da linha da pobreza, além do alto índice de desemprego. Esses números corroboram para o aumento gradativo da violência, já que parte da população miserável encontra no crime uma forma de sucesso financeiro e ascensão social através do poder econômico.
O grande problema, é que a sociedade enfrenta o problema da segurança com um bicho de sete cabeças que tem que ser morto a pauladas. A violência deve ser evitada desde sua base, nas escolas, em casa, na televisão, nos videogames, na internet. Educar a população para ser mais pacifica é muito mais eficaz que tentar reeducar bandidos.
21/09/2005
A violência em Ponta Grossa é um caso crônico. De acordo com os dados da polícia civil o número de homicídios nos nove meses deste ano já é equivalente a todo o ano de 2004. Outro fator que aponta para o medo causado pela violência na população é o aumento te instalações de cercas elétricas e sistema de TV em residências, que em um ano cresceu 100%. A cidade também registrou de janeiro a agosto 1504 arrombamentos aos domicílios, uma média de 7 por dia. Esse número já está próximo de alcançar o ano de 2004, que teve uma média diária de 9 arrombamentos. Nos últimos nove anos a violência teve um aumento de 175% considerando todas as ocorrências.
As autoridades buscam culpados e soluções por todos os cantos. O Município culpa o Governo Estadual, que procura investir no policiamento “ostensivo” e nas radiopatrulhas na periferia. Há também as patrulhas escolares, que revistam e humilham os estudantes na porta dos colégios públicos, como se esses fossem um dos focos da violência.
Olhando mais além, percebe-se que a Princesa dos Campos é acompanhada há muito tempo pela violência. Estupros, assaltos, roubos, homicídios, espancamentos e seqüestros já permeavam as páginas dos diários com tal intensidade nos anos anteriores, quanto agora. Contudo, a polêmica causada pelo estatuto do desarmamento, aprovado em dezembro de 2003 e que previa a convocação de um referendo para medir a opinião publica a respeito da proibição do comércio de armas, fez com que uma febre em torno do índice de violência nas cidades de médio e grande porte.
A violência, longe disso, não é um fator apenas causado pelo porte de armas pela população civil. A sociedade vive na insegurança porque o país passa por um problema que é estrutural e formado por diversos fatores, entre eles desigualdade social, desemprego, má distribuição de renda entre outras.
Em Ponta Grossa esses fatores são ainda mais acentuados. A cidade tem 22% da população vivendo abaixo da linha da pobreza, além do alto índice de desemprego. Esses números corroboram para o aumento gradativo da violência, já que parte da população miserável encontra no crime uma forma de sucesso financeiro e ascensão social através do poder econômico.
O grande problema, é que a sociedade enfrenta o problema da segurança com um bicho de sete cabeças que tem que ser morto a pauladas. A violência deve ser evitada desde sua base, nas escolas, em casa, na televisão, nos videogames, na internet. Educar a população para ser mais pacifica é muito mais eficaz que tentar reeducar bandidos.
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todos têm fantasias...
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